Projetos antigos

Projetos realizados pelo AMA ao longo dos anos.

  • Centro de Formação Regional do MST em Rio Negrinho – Projeto iniciado em 2007, após uma visita de integrantes do AMA a um assentamento do MST na região norte do estado. Surge da demanda pela construção de um Centro Regional de Formação que atendesse os assentados da região do planalto norte catarinense. Este centro deve sediar cursos de educação de jovens e adultos, além de cursos de formação relacionados à produção agroecológica. O local do projeto é a área comunitária do assentamento Domingos Carvalho, no município de Rio Negrinho. O professor Américo Ishida foi o orientador dos trabalhos.
  • Moradia Estudantil da UFSC – A moradia estudantil da UFSC oferecia apenas 153 vagas – de qualidade extremamente duvidosa – para um universo de aproximadamente 20 mil estudantes. A construção de um novo bloco foi uma das conquistas da ocupação da reitoria – pelos estudantes – ocorrida em 2007. Em uma ação conjunta com estudantes residentes na moradia estudantil e o DCE/UFSC, o AMA propôs alternativas às criticas e queixas pós-ocupacionais (do bloco existente) geradas sobre o projeto do novo bloco. Dentre os problemas estavam: má circulação de ar nos apartamentos, pouca área e mobiliário por estudante, ambientes não acessíveis, ausência de áreas de lazer, estar e estudo, etc. A obra, já licitada, foi embargada pelo Ministério Público Federal de SC. Nas negociações houve avanços em alguns pontos, o prédio já foi executado, com atenção ao desenho universal e o AMA participou do projeto participativo do mobiliário e acompanhou a sua execução. Uma pauta importante desse debate é a questão da densidade populacional, nesse sentido o AMA continua envolvido no projeto pensando na expansão da Casa do Estudante. A orientação foi do professor Lino Peres e atualmente conta com o professor Américo Ishida.
  • Centro de Convivência da UFSC – Com o interesse de reforma do prédio do Centro de Convivência da UFSC, surgiu a oportunidade de se repensar um espaço de convívio estudantil. Junto com o DCE/UFSC o AMA organizou uma oficina para a elaboração do projeto em contraposição ao apresentado pela reitoria. A oficina se deu em três momentos: no primeiro, o programa foi lançado com um debate a respeito do histórico do movimento estudantil na UFSC e a relação entre o espaço físico e o poder da universidade, ressaltando a importância da conquista do espaço do Centro de Convivência para o convívio e a presentificação do corpo dentro da universidade (tida como espaço da mente). Dessa discussão surgiram as primeiras diretrizes. Num segundo encontro os participantes da oficina fizeram uma visita a campo e algumas das diretrizes foram reavaliadas. Como as soluções encontradas eram conciliáveis, o terceiro momento foi para eleger as melhores idéias e unificá-las em um projeto que seria apresentado à Reitoria. O projeto continuou sendo elaborado por integrantes do AMA com diálogo direto com representantes da Reitoria. Lutou-se por sua execução completa, mas por fim não se teve resultado. O AMA se envolveu com o projeto novamente, buscando uma adaptação da reforma. A sala do DCE teve sua reforma executada segundo o projeto do AMA e o restante do prédio continua incerto. Os orientadores foram os professores Lino Peres e Américo Ishida.
  • Tapera – Na metade do semestre de 2009/1, o AMA recebeu um novo projeto. A locação de uma praça, uma quadra poliesportiva e a sede da comunidade em um terreno na Tapera. O professor Paulo Rizzo acompanhou o andamento dos trabalhos.
  • Ratones – O projeto envolveu a formação de um grupo transdisciplinar entre a universidade e a sociedade, a comissão contou com a participação inicial dos professores Lino Peres e José Rubens, estudantes de Arquitetura e Urbanismo e de Direito e moradores do bairro. O desafio era pensar e sistematizar propostas e ações, novas e já existentes, para o distrito de Ratones, bairro rural de Florianópolis, buscando fortalecer a efetividade do debate público sobre o planejamento da região. Além de se basear em discussões e decisões da população local elaboradas durante o Plano Diretor Participativo, o trabalho valoriza as práticas e atividades desenvolvidas por moradores, com destaque às realizadas no sítio Çara Kura, localizado junto a uma trilha de grande valor histórico e ecológico e que vem sendo ameaçada por interesses econômicos.

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